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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Divulgando o site Forró em Vinil

FORRÓ EM VINIL


Este site desenvolve um trabalho interessante, na medida que resgata alguns vinís que não se encontram mais disponíveis para compra. O mesmo é mantido pela ajuda de alguns leitores. Pra quem gosta de um Forró, é bom dá uma olhada.

Como exemplo deste acervo, cito nosso conterrâneo Elino Julião https://pt.wikipedia.org/wiki/Elino_Juli%C3%A3o, lá de Timbaúba Dos Batistas, no sertão do seridó no RN. Neste site encontram-se 55 acervos do Elino para download.




O mesmo pode ser acessado neste

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Livro traz genealogia de potiguares





Livro traz genealogia de potiguares

Publicação: 2013-04-25 00:00:00 | Comentários: 0

O contar da história através de pesquisas genealógicas não é um mero acaso na vida do professor universitário aposentado João Felipe da Trindade, 67 anos. A curiosidade aguçou a vontade de conhecer a sua ascendência e de resgatar a memória dos seus antepassados. Aliado a isso, o gosto pela leitura, ainda em tenra idade, despertou o desejo de transpôr esses estudos para o livro. “Quando era pequeno, antes de começar as aulas, já tinha lido todos os livros que meu pai comprava pra escola”.

João Felipe lança hoje às 11, na UFRN, mais um livro sobre árvore genealógicas das famílias do RN
João Felipe lança hoje às 11, na UFRN, mais um livro sobre árvore genealógicas das famílias do RN

Já adulto e como professor de Matemática, João Felipe da Trindade disse que

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Entrevista do poeta e pesquisador Gonzaguiano Kyldemir Dantas em Junho de 2015, direto de Mossoró RN



JOSÉ MENDES PEREIRA ENTREVISTA O POETA, ESCRITOR, PESQUISADOR DO GANGAÇO E GONZAGUIANO, EX-PRESIDENTE DA SBEC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS DO CANGAÇO KYDELMIR DANTAS


Entrevistador: José Mendes - http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br
Entrevistado: Kydelmir Dantas

1. Quando a SBEC foi fundada, com qual finalidade e quem foram os mentores da instituição?  Quem são os membros da SBEC e quais os critérios para nela ingressar? Durante esses anos todos de sua existência, que eventos e publicações a SBEC tem realizado?

KD. A SBEC foi fundada em 13 de junho de 1993,

sexta-feira, 17 de abril de 2015

ESPAÇO DO PEDRO AVELINENSE


Bom dia senhores! 

Chegou a sexta feira e com ela o nosso bom e saudável fim de semana! Afinal de contas, depois de uma semana de trabalho, nada melhor um fim de semana proveitoso para assim, naturalmente, recarregar suas baterias... E como digo sempre, façam isso! Cada um a seu modo, mas recarreguem. Tomem sua gela com amigos, faça um bom churrasco, dance seu forró, curta um cinema, bate uma pelada. Mas enfim, recarreguem suas baterias. Pois, quando você menos esperar, a segunda feira bate a sua porta...

Pois bem, isto posto, vamos lá!

Primeiramente, quero agradecer a todos que têm acessado este canal e dizer da satisfação com a qual escrevo e posto algumas recordações e fotos aqui. Tem sido realmente muito gratificante desenvolver este espaço. Quero, desta maneira, agradecer o "feedback" que tenho recebido de inúmeros amigos! Sempre dispostos a colaborar aqui e deixar sua participação registrada.

Em breve estaremos publicando uma Coluna denominada Espaço Do Pedro Avelinense. Nesta coluna, estaremos resgatando e prestando homenagens aos nossos conterrâneos. Buscaremos resgatar alguns da chamada velhas guarda Pedroavelinense, assim como aqueles mais contemporâneos. A ideia é trazer à tona algumas boas recordações, assim como estabelecer um canal de comunicação entre aqueles conterrâneos que estão distantes e aqueles outros que ainda se encontram morando no nosso torrão.

Finalizo aqui desejando a todos um bom fim de semana e publicando algumas fotos da nossa cidade. Algumas destas, foram encontradas na internet, e outras, gentilmente cedidas pelo amigo colaborador Adriano Matias.


Hélio Santa Rosa, Rio de Janeiro, 17 de abril de 2015.


Contato: heliosilva77@gmail.com





































segunda-feira, 13 de abril de 2015

A Bandeira do Rio Grande do Norte e seu significado

















Lindo pendão do passado

Simbologia oficial remete a um lugar arcaico, de economia restrita e em busca de uma mitologia para ser


Por Adriano de Souza, Jornalista

           A identidade oficial potiguar começou a ser instituída na República velha. O brasão do estado foi criado em 1 de julho de 1909, por decreto do governador Alberto Maranhão. O desenho é do escultor Corbiniano Vilaça, a partir de elementos definidos pelo Instituto Histórico e Geográfico. O texto do decreto explica a simbologia escolhida:


“O brasão de armas do Estado do Rio Grande do Norte é um escudo de campo aberto, dividido a dois terços de altura, tendo no plano inferior o mar, onde navega uma jangada de pescadores, que representa as indústrias do sal e da pesca. No terço superior, em campo de prata, duas flores aos lados e ao centro dois capulhos de algodoeiro. Ladeiam o escudo, toda sua altura, um coqueiro à esquerda e uma carnaubeira à direita, tendo os troncos ligados por duas canas de açúcar, presas por um laço com as cores nacionais. Tantos os móveis do escudo como os emblemas, em cores naturais, representam a flora principal do Estado. Cobre o escudo uma estrela branca, simbolizando o Rio Grande Do Norte na União Brasileira.”


       A estrela é a lambda, da constelação de escorpião, que representa os estados nordestinos no lábaro estrelado da pátria. Ela em cima uma composição simbólica que espelha o arranjo de poder da época. O Brasão foi sancionado por Alberto Maranhão, rebento da aristocracia açucareira, identificado no desenho pelo feixe de canas que une o coqueiro (o litoral) e a carnaubeira (o sertão).

          Mas o quadro já reflete a emergência do algodão como tronco de poder, antecipando a hegemonia a se cristalizar a partir da década seguinte, com as lideranças políticas geradas no centro da nova economia (o Seridó). A troca de guarda se refletiria na própria simbologia institucional do estado, conforme se verá adiante.

        Os símbolos eleitos pelo IHG falam de um Rio Grande Norte Arcaico, confinado na moldura colonial. Um estado de economia pré-industrial, baseada no extrativismo e na exportação de matérias primas sem valor agregado. O poder é ocupado pelas elites do açúcar e do algodão, estribadas em grupos periféricos simbolizados no brasão pela extração do sal e da cera de carnaúba, elementos complementares no PIB potiguar de então.

       Além de ícones econômicos, o coqueiro e o jangadeiro cumprem outra função simbólica no brasão. Junto com o mar e o céu, eles compõem o conjunto idealizado desde que os primeiros cronistas botaram os olhos nas terras de João de Barros, e que ainda hoje, vende as terras potiguares para turistas: uma terra praieira, solar. Um paraíso tropical primitivo.


A Bandeira

          O arranjo de poder já era outro em 1957, quando foi criada a atual bandeira do RN, por decreto do governador Dinarte Mariz, em 3 de dezembro. Mas o modo de construção ideológica não mudara. Dinarte era produtor e comerciante de algodão. Recorreu a um grupo de notáveis, tutelados por Luís da Câmara Cascudo, para desenhar a bandeira.

          Cascudo fixou-se nas cores verdes e branca e sugeriu o desenho final: Um retângulo com duas faixas horizontais e o brasão sobre um escudo dourado ao centro. Uma alusão inconsciente (?) ao brasão da capitania, com uma ema e linhas que lembram ondas ou rios, tudo sobreposto a um fundo amarelo. Dinarte acatou o modelo cascudiano mas não deixou de realçar seus vínculos econômicos na simbologia oficial. No mesmo decreto, instituiu a flor do algodoeiro – presente no brasão em segundo plano – como emblema floral do Rio Grande do Norte.

         A conjunção do verde (esperança) e do branco (paz) se revelaria aziaga para Dinarte. Na eleição seguinte, em 1960, Aluízio Alves apropriou-se das cores da bandeira e da mística da esperança para derrotar o candidato dinartista (Djalma Marinho) ao governo, estabelecendo-se como antípoda do seridoense e iniciando uma dinastia política que perdura até hoje (a de Dinarte sumiu).


Fonte:
- Revista Perigo Iminente: Pensar se Potiguar, volume 2, páginas 73 e 74, Natal RN, Março de 2012. Revista Anual Publicada Pelas Edições Flor do Sal.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O Bar de Fuíba em Pedro Avelino RN

Bom dia caros Leitores!


Nasci no ano de 1977, mas juntamente com meus irmão e amigos ainda tivemos a grata oportunidade de por muitas vezes frequentar o Bar de Fuíba no centro da nossa cidade. Como a própria crônica escrita pelo Jornalista Marcos Calaça opina, o bar pode ser considerado como um dos mais antigo da cidade. Aqueles adeptos de uma boa cerveja bem gelada e de uma branquinha, sempre se reuniram nesse bar. O bar antes era localizado ali vizinho a loja de Tico meu tio. Com o passar do tempo, o velho Fuíba permaneceu na mesma rua no centro, no entanto se mudou para um local mais perto do atual Banco do Brasil em frente a atual latada.


Foto 1 - O Velho Fuíba atrás do Balcão de seu estabelecimento.


Lembro-me de forma nostálgica de várias farras ali naquele estabelecimento... Num primeiro momento, assim que meu irmão Carlos Augusto passou no