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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Biografia da Banda Eva


Bom dia Galera!!

Semana começando, e escutando um pouco de axé retrô aqui me veio a mente uma súbita pesquisa pela História da Banda Eva. Essa Banda que teve como vocais principais Jota Morbeck (em memorian), Ricardo Chaves, Ivete Sangalo e Saulo Fernandes, dentre muito outros, possuem uma biografia vasta, como vcs podem ver a seguir.

É isso, tenham todos uma boa semana e muito axé para todos nós!!

Abaixo a letra da música, como se diz em natal, "das antiga", Eu vou no Eva:


Eu Vou No Eva - Banda Eva
  
Foi difícil te encontrar, morena 
Nas ruas de salvador, fissura 
Me cansei de procurar, que pena 
Onde está o meu amor 

Vejo um brilho diferente pintando na avenida 
Vem trazendo um colorido de festa na bahia 
Envolvendo toda gente bonita alegria 
Foi aí que eu vi você 
Nunca mais vou te deixar 

Eu vou, eu vou, eu vou no eva 
Eu também vou, eu vou no eva


Salve Salve sempre a música Baiana.

Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2016
Hélio Santa Rosa Costa Silva

terça-feira, 10 de dezembro de 2013


Biografia da Banda Eva



BANDA E BLOCO EVA 

    Nascidos para brilhar

Biografia

1977—80: Grêmio e fundação do Bloco Eva
No final da década de 1970, um grupo de onze amigos do Colégio Marista de Salvador, na Bahia, criou um grêmio que visava se reunir fora dos domínios escolares para se divertir tocando e cantando, formado por Ademarzinho, André Silveira, Jorginho Sampaio, Ricardo Martins, Jonga Cunha, Maurício Magalhães, Hunfrey Ataíde, Guto Almendra, Eduardo Gil, Pernambuco e Cyro Coelho. O grupo, que se reunia frequentemente no sítio de Adermazinho, batizou o grêmio de EVA, abreviação de Estrada Velha do Aeroporto, onde era localizado o sítio das reuniões, portanto, ligação alguma com a alegoria bíblica de Adão e Eva.

No final de 1979 os onze amigos passaram no vestibular para seus determinados cursos. Porém para selar a amizade e não deixa-la esvaecer surgiu a idéa de formar um bloco de carnaval, em 11 de fevereiro de 1980,....

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O que a axé music tem? Saiba como o gênero baiano conquistou o país


Artistas, crítico e pesquisador falam sobre os 30 anos do movimento musical.
'Modificou não só a vida de muitos artistas, mas de setores', diz Luiz Caldas.



Mas afinal de contas, o que significa axé music? Gênero, movimento musical, indústria? Na verdade, um pouco de tudo. Aos 30 anos, uma certeza: existem milhares de motivos para celebrar essa manifestação cultural que nasceu em Salvador. Para Paulo Miguez, doutor em Comunicação e Culturas Contemporâneas e estudioso do carnaval, a axé music pode ser compreendida a partir do ponto de vista estético e mercadológico.
[Até quinta-feira (12), o G1 publica reportagens especiais sobre os 30 anos da axé music]
Paulo Miguez é estudioso do carnaval e vice-reitor da UFBA (Foto: Danutta Rodrigues/G1)Paulo Miguez é estudioso do carnaval e vice-reitor
da UFBA (Foto: Danutta Rodrigues/G1)
“Eu acho que essa cidade ter produzido um gênero musical de rua, de festa, com uma potência impressionante em todos os sentidos, o número de artistas envolvidos, a qualidade desses artistas, merece fortemente ser celebrado como uma grande conquista da produção musical, da produção musical estético musical da cultura baiana”, defende Miguez.
Segundo ele,

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Comunidade Arquivo Musical do Axé

Bom dia pessoal!

Em minhas andanças pela internet e buscando sempre mais informações e acervos disponíveis daquelas músicas que marcaram época, acabo de encontrar um comunidade muito especial.

Ela possui muita coisa rara para quem curte o Samba Reggae, aquele ritmo baiano que traz toda uma

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

“As transformações estéticas do samba-reggae”, por Goli Guerreiro*

“As transformações estéticas do samba-reggae”, por Goli Guerreiro*


No primeiro momento da axé-music, houve uma apropriação da música percussiva pelos blocos de trio elétrico, que passaram a alimentar seus repertórios com o ritmo e as canções dos blocos afro. No entanto, esta musicalidade mestiça era resultado de uma relação desigual entre blocos de trio e blocos afro. Interessados no acesso, em primeira mão, ao repertório dos blocos afro, pessoas ligadas aos blocos de trio começavam a investigar a cena afro-baiana com um ouvido direcionado e passaram a frequentar os ensaios dos grupos negros, muitas vezes, munidos de gravador, podendo assim repassar para os diretores e produtores de seus blocos/bandas, o conteúdo dos repertórios bem como os nomes dos compositores das canções que estavam fazendo sucesso nos espaços negros da cidade.
De posse destas informações, os produtores das bandas de trio compravam por quantias irrisórias os direitos autorais do compositor e rapidamente registravam as canções afro em discos que, em muitos casos, venderam milhares de cópias. Segundo o ex-conselheiro do Olodum, Zulu Araújo1, “as bandas de trio esperavam as músicas estourarem nos blocos afro, pagavam uma merreca por elas e ganhavam muito dinheiro com isso. A gente fazia os festivais e as melhores músicas iam para as bandas de trio, quando a gente via a música já estava na rádio”. Isso aconteceu com canções comoElegibô de Rey Zulu e Ytthamar Tropicália, Madagascar Olodum de Rey Zulu, e Faraó de Luciano Gomes dos Santos (gravadas por Margareth Menezes, pela Banda Reflexu’s e pela Banda Mel, respectivamente), entre outras, que antes de serem registradas por seus compositores foram gravadas pelas bandas de trio, tendo vendido milhares de cópias. Os blocos negros viram nisso um tipo de exploração, pois produziam os grandes sucessos das bandas axé, sem que isso representasse nenhum retorno econômico para eles2.
No formato da axé-music as canções dos grupos negros compunham os álbuns das bandas de trio que chegaram a vender até um milhão de cópias( disco de platina), enquanto os álbuns dos blocos afro alcançavam no máximo, a marca de cem mil cópias (disco de ouro). Para reverter este quadro, alguns dos mais importantes blocos negros passam a adotar os procedimentos musicais das bandas brancas, e o samba-reggae produzido pelos blocos afro sofre transformações estéticas, que resultam do encontro do artefato musical - a percussão como manufatura com os instrumentos harmônicos, através do aparato tecnológico.
Os grupos afro aderiram à mescla das sonoridades dos instrumentos percussivos e harmônicos, que implica numa redução do número de tambores da bateria. O volume de som dos tambores abafa naturalmente a sonoridade dos instrumentos harmônicos utilizados pelo samba-reggae, como a guitarra, o baixo, o teclado, o sax. Capturar os diferentes instrumentos através de equipamento eletrônico é, na verdade, a única maneira de conciliar universos sonoros tão distintos. Somente o recurso tecnológico das mesas de som e a habilidade do técnico que as opera, permitem a audição da harmonia ao mesmo tempo em que os tambores rufam. Esta alquimia é realizada pelo equalizador que atenua ou acentua o volume e a frequência de cada instrumento captado pelos microfones, tanto em estúdio quanto no palco. Ele é o meio que garante o diálogo entre instrumentos heterogêneos, permitindo o registro e a performance de formas musicais mestiças.
Olodum
Este diálogo de instrumentos, realizado pela

quarta-feira, 6 de maio de 2015

AXÉ MUSIC: o foi e o que é



Bom dia leitores!

O artigo abaixo ilustra um pouco o que foi o axé music, suas origens, variações e o que representa atualmente na nossa música brasileira. O mesmo detalha bem o início do movimento, destacando o baiano natural de Feira de Santana, Luiz Caldas, como sendo seu criador com o hit fricote, a famosa nega do cabelo duro que não gosta de pentear... Depois, passeia pelas bandas Chicletes com Banana, Ásia de Águia e chega aos dias atuais apontando o baiano Magary Lord como um dos herdeiro do criador do axé music.

Acredito que o autor pecou um pouco em não citar algumas bandas e cantores. Chamo atenção para Banda Mel, a saudosa Banda Reflexus, primeira banda