Bom dia caros Leitores!
Ouvindo o cd de Petrúcio
Amorim de 2004, Deus do Barro, me veio a inspiração para pesquisar
um pouco sobre o Mestre Vitalino. Artista citado em todo
cancioneiro nordestino, é considerado por muitos, como um dos maiores
artesãos do Brasil. Percebam que muitas de suas esculturas, nós as conhecemos, e no entanto, se quer sabemos que as mesmas foram feitas pelas suas mãos... Aquele trio pé de serra, Os noivos em cima de um cavalo, o
dentista arrancando o dente com cordão, a família de nordestino em retirada, o vaqueiro
derrubando o gado na vaquejada são todas obras inicialmente criadas e imortalizadas pelas mãos
do Mestre Vitalino. Nesse sentido, procurei algumas matérias que nos
ensinam algo sobre este grande Artista Nordestino e Brasileiro.
Tenham todos uma boa leitura!
Rio de janeiro, 12 de Julho de
2016
Hélio Santa Rosa Costa Silva
Mestre Vitalino, Caruaru, Pernambuco, 1947. Foto: PIERRE VERGER
Mestre Vitalino
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Quando pequeno, [criança], suas obras eram feitas de barro, que sobravam de sua mãe.
| Mestre Vitalino | |
|---|---|
| Nascimento | 10 de julho de 1909 |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | artesão ceramista |
Vitalino Pereira dos Santos, conhecido como Mestre Vitalino (Caruaru, 10 de julho de 1909 — Caruaru, 20 de janeiro de 1963), foi um artesão.
Filho de lavrador e de uma artesã que fazia panelas de barro. Aprendeu o ofício com a mãe e usou os restos do barro para fazer pequenos animais e vende-los na feira.
retratar em seus bonecos de barro a cultura e o folclore do povo nordestino, especialmente do interior de Pernambuco e da tradução do modo de vida dos sertanejos[1] . Esta retratação ficou conhecida entre especialistas como arte figurativa.
O artista passou a desenvolver a modelagem no barro a partir dos oito anos de idade, os bonecos que criava eram seus brinquedos.[2] As obras de Vitalino ganharam reconhecimento na região Sudeste a partir de 1947, quando o artista plástico Augusto Rodrigues o convidou para a Exposição de Cerâmica Popular Pernambucana, realizada no Rio de Janeiro. Em janeiro de 1949, a fama foi ampliada com exposição no Masp[1] . Em 1955, integrou em Neuchâtel, Suíça, a exposição Arte Primitiva e Moderna Brasileiras.[3]
O reconhecimento do artista foi ampliado após a sua morte....







