Fala
Galera!!
Senhores, nosso Mastruz com Leite
completou 25 anos no ano de 2015. Seu dono, o empresário e proprietário da soomzom sat Emanoel
Gurgel, teve mais uma
excelente ideia. O cara gravou no you tube 10 episódios onde ele
conta toda a história dos estúdios soomzom sat, assim como o
nascimento das suas bandas de forró, em especial o MASTRUZ COM LEITE! Este escriba tem acompanhados
todos esses capítulos e assim, recomendo fortemente que vcs leitores deste
nostálgico espaço, vejam esses documentários!! com certeza vcs gostarão! vale a pena!
Nesses 10 episódios, são entrevistados cantores e
compositores que marcaram todo o nascimento do forró elétrico.
Artistas como Rita de Cássia, Ferreira Filho, Rômulo Santa Ray,
Luiz Fidélis, dentre muitos outros. Todos eles relatam seu início
musical, assim como, resenhas que marcaram a sua vida.
Interessante dizer que eles narram também o nascimento de cada
canção, ou seja, como ele compôs aquela determinada canção.
É isso meu povo, tudo isso vocês podem
encontrar nesses vídeos do you tube no canal da soomzom.
Abaixo ilustra alguns matérias sobre o
poeta Luiz Fidélis, um dos primeiros a ceder suas composições para
o Mastruz Com leite. Antes ilustro algumas letras compostas por esta
poeta nascido em Juazeiro do Norte.
Tenham todos um bom fim de semana e fiquem com Deus!
Rio de janeiro, 13 de Maio de 2016
Hélio Santa Rosa Costa Silva
PRA
FALAR DE AMOR
Eu
não sei viver sem você
Não
sei como pode viver
Viver sem mim.
Ah, se eu fosse você
Não me deixava sofrer
Sofrer assim.
Antes de você me tirar
Da cabeça me tire para dançar.
Antes de você me deixar
Me deixe ao menos eu poder lhe abraçar.
(Refrão)
Pra falar de amor,
Nós dois a sós
Sempre juntinhos
Do pé ao gogó. (x2)
Viver sem mim.
Ah, se eu fosse você
Não me deixava sofrer
Sofrer assim.
Antes de você me tirar
Da cabeça me tire para dançar.
Antes de você me deixar
Me deixe ao menos eu poder lhe abraçar.
(Refrão)
Pra falar de amor,
Nós dois a sós
Sempre juntinhos
Do pé ao gogó. (x2)
SE
LEMBRA CORAÇÃO
Pra
onde você for,
Me
leve com você.
Não deixe de querer,
nem de gostar de mim.
Pra onde você for,
Eu quero ir com você.
Não quero lhe perder,
viver longe assim.
Me leve na cabeça,
Ou antes que esqueça.
Você pode me levar numa fotografia.
Ou se escutar,
No rádio uma canção
Se lembra coração,
Se lembra coração.
Não deixe de querer,
nem de gostar de mim.
Pra onde você for,
Eu quero ir com você.
Não quero lhe perder,
viver longe assim.
Me leve na cabeça,
Ou antes que esqueça.
Você pode me levar numa fotografia.
Ou se escutar,
No rádio uma canção
Se lembra coração,
Se lembra coração.
NAMORO
DE CRIANÇA
Lembra
quando a gente
Era criança e você
Usava tranças
E um vestido bordadinho
De algodão
Eu chorava pelo pirulito
Meu coração hoje
Dá grito
Quando vejo você
Jeitinho doce
De arrupunar abelha
Ah se ainda fosse aquela
Que morava
Na mesma rua que eu
Lembra quando eu ia
No jardim
Despetalando uma rosa
Pra saber se você
Gostava de mim
Bem me quer e
Mal me quer
O mundo dá muitas voltas
Hoje você é mulher
Era criança e você
Usava tranças
E um vestido bordadinho
De algodão
Eu chorava pelo pirulito
Meu coração hoje
Dá grito
Quando vejo você
Jeitinho doce
De arrupunar abelha
Ah se ainda fosse aquela
Que morava
Na mesma rua que eu
Lembra quando eu ia
No jardim
Despetalando uma rosa
Pra saber se você
Gostava de mim
Bem me quer e
Mal me quer
O mundo dá muitas voltas
Hoje você é mulher
OLHINHOS DE FOGUEIRA
Explodiu
meu coração
Feito bomba no São João
Quando deslizei as mãos
Pelas suas costas nuas.
Vi estrela no salão
Luar cheio de balão
Teus olhinhos de fogueira
Me queimando de paixão
Chão batido de chuvinha
Só pra ver tuas perninhas
Tuas perninhas grossas
Dançar são joão no roça.
Roça de milho, roça meu filho
Roça assim teu corpo em mim
Roça mulata, roça a batata
Roça assim teu corpo em mim.
Feito bomba no São João
Quando deslizei as mãos
Pelas suas costas nuas.
Vi estrela no salão
Luar cheio de balão
Teus olhinhos de fogueira
Me queimando de paixão
Chão batido de chuvinha
Só pra ver tuas perninhas
Tuas perninhas grossas
Dançar são joão no roça.
Roça de milho, roça meu filho
Roça assim teu corpo em mim
Roça mulata, roça a batata
Roça assim teu corpo em mim.
Emanoel Gurgel recebe Luiz Fidélis no penúltimo episódio do “Vou pedir licença pra contar a nossa história”
Por: Alcides Santos
O Documentário Especial, "Vou pedir licença pra contar a nossa história", chega ao seu



nós nos encontraremos num baile com
a Banda Styllus”.
(Ednir Maia)
Essa frase pertencia ao compositor Ednir Maia, e era presente em todos os encartes de uma banda que já foi considerada uma das melhores do país, a Banda Styllus.
O site Portal Forrozão pesquisou a vida do compositor de fundador da banda Styllus, que faleceu precocemente em um acidente, em 1992, deixando duas heranças para sua família, suas composições e a banda Styllus.
Ednir é autor de grandes sucessos gravados pela banda Styllus e outros grandes nomes, como Mastruz com Leite.
Conheça agora a história desse eterno artista:
Numa família de sete filhos, todos Josés, nasceu José Edinir Maia (Codinome Ednir) no dia 12 de junho de 1964 na comunidade de Sítio do Rocha, cidade de Tabuleiro do Norte no Ceará. Em 1977 mudou-se para a cidade vizinha, Limoeiro do Norte.
Aos 15 anos foi morar em São Paulo. Ao ver uma banda de música tocando numa Praça em São Paulo, aflorou nele o dom que Deus lhe havia dado, foi o suficiente para ter certeza que o mundo artístico da música estava na veia, no sangue.
Ficou encantado com o som que ouviu, e em novembro de 1980, já com 16 anos, retomou a cidade de Limoeiro do Norte para ingressar na Escola de Música Maestro José Robles.
Passou a fazer parte da banda de música da cidade tocando sax-barítono, tornou-se um músico polivalente, tocando inclusive violão.
Ednir era uma pessoa pacata, tranqüila, religiosa, serena e amada por todos que o cercava. Quando ia compor, deítava-se na sua rede, pegava seu violão e passava noites em claro compondo.
Ednír pouco se importava com valores materiais, sua felicidade era estar com os pais, os irmãos e os amigos, cantando e tocando.
O poeta, cantor e compositor, Ednir, tinha o sonho de montar uma banda. Junto com seu irmão José Nilson, montou a Banda Ação Musical que não teve muito êxito. Seu trabalho e sua fé em Deus eram grandes, o mesmo tinha uma frase que dizia: "Acredite nos sonhos como na sua própria vida".
Com seu talento para compor, cantar e tocar passou a ser convidado a animar aniversários, batizados, festas em colégio e outros eventos artísticos da cidade. Em 1985 recebeu a medalha de cantor revelação. Em 1988 no Clube BNB recebeu a medalha de artista do ano.
Certo dia falou para sua mãe que um dia, todos iriam ouvir falar da Banda Styllus 7. Surpresa a mãe perguntou: "Porquê Styllus 7?". Ele respondeu: "Porque somos 7 irmãos, 7 Josés e 7 são as notas musicais", e ali surgia o nome do grupo 'Banda Styllus 7'.
O sonho do poeta Ednir Maia se concretizou em 02 de julho de 1989, data em que foi fundada a "Banda Styllus 7", que levou esse nome até o ano 1991, quando a banda gravou seu primeiro LP "MISTURA" intitulado Ednír e a Banda Styllus (sem o sete) que permanece até hoje.
O segundo LP foi gravado em janeiro de 1992, porém dias após a gravação, no dia 23 de março, o criador da banda, o poeta e cantor Ednir Maia faleceu em um acidente na BR-116 quando pilotava sua moto.
Ednir se tornou um marco na música regional cearense, e até hoje recebe homenagens por suas composições. O Salão de Dança do BNB Clube de Limoeiro do Norte recebeu o nome do poeta, mas, sua homenagem maior é com certeza a BANDA STYLLUS, seu sonho vivo.
José Edinir Maia
(*1964/†1992)
Lambadão do Styllus